
aah... como é bom,
ter aquele mundinho só meu..
fazer meu filme particular sem ninguém espiar pelo buraco da fechadura e poder dançar valsa sem ninguém olhar pela janela do meu quarto que está aberta.
aah... como é bom,
tentar imaginar que não faço parte dessa realidade cruel.
gosto tanto de atravessar o horizonte e deitar dentre as flores que me falam de amor.
e como é bom ali, no meu mundo fazer de conta que amor não tráz dor.
como é bom...

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